A compreensão do texto durante a leitura individual foi bem complexa e não alcancei uma conclusão plausível, entretanto a discussão em sala me ajudou a entender melhor alguns detalhes e chegar à resolução de que o não-objeto pode ser um conceito que ainda está em formação na atualidade, por se tratar de uma “revolução” nova, da nossa geração, e muitas inovações ainda podem ser criadas para ajudar a clarear a reflexão sobre o não-objeto. É, definitivamente, algo que quebra com o conceito de arte que estamos acostumados há tanto tempo. Outro ponto interessante, que não foi discutido em aula, foi o processo da figuração à abstração e da abstração ao não-objeto, mostrando que o método artístico está sempre tentando se superar e reinventar padrões antigos. A arte é, portanto, tão indefinível quanto um não-objeto, por seu caráter evolutivo que é a única certeza em sua natureza mutável.